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23/12/2020

Cadeia Pública de Campo Largo passa por reformas

Foram finalizadas, no mês de dezembro, as obras de recuperação da Cadeia Pública de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O prédio de 1,2 mil m², que pertence ao Departamento Penitenciário do Paraná, foi todo revitalizado. Com recursos próprios e mão de obra prisional foram feitas obras de recuperação do telhado, celas, administração, entre outros. 

“Nos empenhamos para transformar essa carceragem em um local que ofereça condições dignas de custódia para os 70 presos que aqui estão. Ainda que provisório, é importante que esse preso seja preparado para entrar no sistema prisional com acesso a atividades de ensino e trabalho”, afirmou o diretor do Depen, Francisco Caricati. 

Segundo o chefe de cadeia, Marcos de Paula, desde que o Depen assumiu a gestão da carceragem, foram realizados a troca do telhado, rede elétrica, mecanização da abertura de portas, melhorias na iluminação interna e externa, implantação de parlatório, pintura, além da recuperação e readequação dos espaços.

“Um dos maiores problema aqui era a umidade e as infiltrações de água no teto da carceragem. Recuperamos esses espaços e melhoramos a segurança da unidade com o reforço no muro de proteção e a mecanização na abertura e fechamento das celas. Buscamos organizar o espaço como um todo e oferecer melhores condições para presos e servidores”, explicou o chefe. 

Além dos reparos daqueles existentes, foram criados novos espaços, entre eles, uma sala de aula para implantação do projeto de remição de pena pela leitura e o plantio de uma horta comunitária. Um barracão que já existia no local foi revitalizado e ampliado para abrigar o setor de trabalho e manutenção. 

Foram instalados ainda, uma sala de videoconferência para realização de audiências com o Poder Judiciário e visitas virtuais com familiares. 

ARQUIVAMENTO – A mudança do espaço foi tão significativa que o Ministério Público do Paraná solicitou o arquivamento de uma ação civil pública, em andamento desde 2018, que solicitava a interdição da carceragem. Na decisão, o órgão reconheceu que o Depen “realizou importantes benfeitorias necessárias, úteis e voluptuosas” no local.

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